Escrito por CMB
QUEM SOMOS
A Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas — CMB é uma associação sem fins lucrativos ou econômicos. Fundada no dia 10 de novembro de 1963, em Santos, São Paulo, está sediada em Brasília, no Setor Comercial Sul, Quadra 01, Bloco I, Edifício Central, 12.º andar, Salas 1202 a 1207, Telefone/Fax (61) 3321-9563.
A Confederação é um órgão de união, integração e de representação das Federações de Misericórdias constituídas nos respectivos Estados, bem como das Santas Casas, Entidades e Hospitais Beneficentes. Atualmente, a CMB é composta por 14 Federações Estaduais, possuindo mais de 2.100 hospitais associados.
Os membros da sua Diretoria e do Conselho Fiscal não recebem qualquer remuneração pelo exercício da função, nem poderão usufruir, direta ou indiretamente, de vantagens ou benefícios da CMB, sendo-lhes vedado qualquer vínculo remunerado com a instituição. Além disso, a CMB conta, ainda, com a colaboração de dezenas de outros Diretores de Federações filiadas, Médicos, Provedores, Administradores Hospitalares e Técnicos em Saúde, integrantes da estrutura dos milhares de hospitais que compõem a rede beneficente e filantrópica representada pela CMB.
MISSÃO
A Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas — CMB tem por finalidade promover a união, integração e desenvolvimento das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades filantrópicas, bem como o permanente aprimoramento da qualidade da assistência que tais entidades se propõem a prestar, visando sempre o bem-estar da sociedade. Além disso, tem como objetivo proporcionar condições para o desenvolvimento técnico-científico da assistência médico-hospitalar às populações de baixa renda, cobertas pelo Sistema Único de Saúde.
RAÍZES HISTÓRICAS
Não há ninguém que estude a História do Brasil ou que esteja ligado à área da saúde que não tenha notícia do papel secular das Santas Casas, Hospitais Beneficentes e Filantrópicos. Em nosso País, as Santas Casas surgiram logo após o seu descobrimento, precedendo, portanto, a própria organização jurídica do Estado brasileiro. Braz Cubas, em 1543 fundou a primeira delas em Santos, São Paulo.
Uma vez criadas, passaram a se dedicar ao atendimento aos enfermos e, em alguns casos, em mais de uma direção, ou seja, no amparo à velhice, à criança, aos hansenianos, à educação entre outras.
Somam, hoje, mais de duas mil e quinhentas em todo o território nacional. Responsáveis por cerca de 50% dos leitos hospitalares existentes no País, muitas vezes constituindo-se em Centros Regionais de Referência e Excelência Médica.
Há que se destacar, ainda, o papel histórico que essas instituições cumpriram e cumprem na formação de Recursos Humanos para a saúde, a começar pela criação das primeiras Escolas de Medicina e de Enfermagem. Desnecessário enumerar, uma a uma, todas aquelas que tem contribuído para o desenvolvimento da ciência médica e outras, mantendo hospitais-escolas, residência médica, ou mesmo campo de estágio e aplicação dos conhecimentos adquiridos.
Os quase 500 anos de existência das Santas Casas, Hospitais Beneficentes e Filantrópicos no Brasil são suficientes para bem entender o papel, a missão e o desempenho dessas instituições na preservação da saúde e da vida da sociedade.
Adaptadas às condições atuais e empregando técnicas modernas de administração hospitalar, graças, ainda, à obrigação da aplicação de seus eventuais resultados positivos na própria instituição - para o aperfeiçoamento e melhoria da qualidade dos serviços que presta à sociedade -, representam a grande opção que o Governo tem para consolidar a implantação do Sistema Único de Saúde em todo o território brasileiro.
ALGUNS INDICADORES
Os hospitais filantrópicos e os sem fins lucrativos foram responsáveis por: 37,4% de todas as internações realizadas no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS o decorrer de 2001, perfazendo 4.396.329. Em termos de valor, receberam por esses serviços R$ 1.927.414.765,00, numa média de R$ 438,41 por internação. Entre essas internações destacam-se 767.339 partos e cesarianas, 38,5% de todo o movimento desses procedimentos no âmbito do SUS.
O Setor filantrópico, para a consecução dos seus objetivos institucionais, é responsável por:
- 450.000 empregos diretos
- 140.000 médicos autônomos
Quanto aos atendimentos ambulatoriais, produz cerca de:
- 9.500.000 atendimentos ambulatoriais/mês a pacientes do SUS;
- 900.000 consultas e procedimentos ambulatoriais/mês;
- 250.000 exames complementares de diagnósticos/mês.
Última atualização em Terça, 10 Janeiro 2012 11:39
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