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O presidente da CMB, Mirocles Véras, foi um dos convidados de live comemorativa dos 34 anos da FESFBA (Federação das Santas Casas de Hospitais e Entidades Filantrópicas do Estado da Bahia), com o tema Retrospectiva e Perspectiva para o Setor Filantrópico. Mediada pela presidente da FESFBA, Dora Nunes, a live teve também a participação do deputado federal e presidente da Frente Parlamentar em Apoio às Santas Casas, Antonio Brito.

Véras parabenizou a trajetória e o trabalho da FESFBA, que representa 46 instituições no território baiano e ressaltou o importante papel das entidades no fortalecimento da área e no cumprimento da missão da CMB. “As federações e os hospitais fazem com que a CMB seja o que é hoje. Somos muito gratos ao apoio e à confiança dados para que possamos abrir o diálogo para conquistarmos cada vez mais melhoria para as nossas instituições.

O presidente da CMB agradeceu também ao Parlamento, representado pelo deputado Antonio Brito, no empenho do Legislativo – tanto a Câmara quanto o Senado Federal, para a aprovação de importantes projetos para o setor. “A CMB tem feito um belíssimo trabalho e nós também, para fortalecer cada vez mais o trabalho do setor”, disse Brito.

Em sua explanação, Véras pontuou os desafios dos hospitais filantrópicos diante do subfinanciamento do SUS e falou sobre a expectativa, ao fim da pandemia, do andamento de projeto apresentado pela CMB ao Ministério da Saúde, com ações que garantam a sustentabilidade do setor.

Ainda sobre as perspectivas que vêm sendo trabalhadas pela CMB, Véras destacou a Central de Inteligência de Compras, uma parceria com a Falconi Consultoria e a PG (instituição especializada em gestão de grupo de compras), que visa potencializar o atendimento às demandas de materiais e suprimentos para hospitais da rede CMB. Outra questão destacada foi a Cooperação Técnica com o Fundo Nacional de Saúde (FNS), do Ministério da Saúde, na qual a CMB vai acompanhar e colaborar nas análises e melhorias dos processos e operações de crédito com as garantias dos recebíveis do SUS e, após isso, construir ambientes e condições de buscar melhores condições de financiamento para as instituições no mercado de crédito.

“Os hospitais filantrópicos são o SUS”, salientou o presidente da CMB. “Não exercemos papel complementar, exercemos papel fundamental. Filantrópicos unidos e fortes”, completou Dora.  

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