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Reunião virtual realizada na manhã desta terça-feira (6) entre o presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, e representantes de diversas entidades de saúde, pautou a Agenda Legislativa do Setor de Saúde Suplementar. Representando a CMB, participaram o presidente da Confederação, Mirocles Véras, o diretor de saúde suplementar, Wilson Ascêncio e o diretor geral, Mário César Homsi Bernardes.

Inicialmente, o presidente da Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde), Renato Casarotti, apresentou os pleitos do setor, que envolvem, entre outras questões, reajustes, a ampliação do Rol por Lei; o avanço da TeleSaúde; a sucessão da ANS (Agência Nacional de Saúde), com quadros técnicos com experiência na área de saúde, além de ações para o pós-pandemia, com o novo Marco Legal da Saúde Suplementar.

“Essa reunião é muito importante para se ter o que é fundamental no processo legislativo: a informação, para que cheguemos ao denominador comum e ao consenso. Que possamos amadurecer as ideias e propostas para o Brasil”, disse o senador.

Em sua fala, o presidente da CMB, Mirocles Véras, destacou a relevância do setor filantrópico, responsável por 70% do atendimento da alta complexidade e a preocupação com a saúde suplementar, que foi fortemente impactada pela pandemia, deixando em situação ainda mais delicada as instituições filantrópicas, sobretudo aquelas que possuem operadoras. “Temos cerca de 49 operadoras associadas, que se considerarmos as que de alguma forma são ligadas aos nossos hospitais filantrópicos, formamos um milhão de vidas, que corresponde a 4% dos usuários da saúde suplementar do nosso país. Quanto mais sai da saúde suplementar, mais pesa no SUS (Sistema Único de Saúde), no custo do SUS e do atendimento já tão dramático e pouco remunerado”, pontuou. “Hoje, toda a saúde se reúne de maneira muito efetiva, cada um defendendo seu interesse, mas, acima de tudo, está a saúde dos brasileiros, o Brasil. Estamos todos unidos para que possamos passar por esse momento tão difícil”, concluiu Véras.

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