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Neste momento difícil para o Brasil, a CMB trabalha para responder a um pedido do Ministério da Saúde por novos leitos de clínica médica e de UTI, necessários para o enfrentamento da crise provocada pelo surgimento do COVID-19.

Desta forma, a CMB solicita que cada hospital filantrópico faça contato com a Federação de seu estado para que seja possível mapear o número de leitos existentes e se ainda temos leitos que possam ser oferecidos para habilitação de novos serviços, em especial nos hospitais com menos de 50 leitos, denominados hospitais de pequeno porte – HPP’s.

“A proposta não significa que estamos em busca de ofertar leitos dos pequenos hospitais para o atendimento e internação do coronavírus. Não! O objetivo é que os hospitais de pequeno porte ofereçam leitos de clínica médica que permitam desafogar internações dos hospitais maiores, estes sim mais preparados e equipados para atender o paciente do coronavírus”, esclarece o diretor geral da CMB, Mário César Homsi Bernardes.

Para as instituições que ofertarem leitos neste momento, o Ministério da Saúde está propondo as seguintes condições financeiras para habilitação:

a)para os leitos de clínica médica, uma diária de R$ 300,00 (trezentos reais);

b)e para os leitos de UTI, uma diária de R$ 800,00 (oitocentos reais).

Os hospitais devem formalizar seus pedidos de habilitações de leitos aos seus gestores municipais ou estaduais. As cópias destes ofícios devem ser encaminhadas para as Federações e, posteriormente, das Federações para a CMB. 

Os hospitais que já ofertaram leitos, mas ainda não tiveram respostas quanto às habilitações, considerem este número de leitos e, da mesma forma, solicitem o encaminhamento dos respectivos ofícios de oferta de leitos. “Acreditamos que, principalmente para os HPP’s, esta seja uma oportunidade de habilitarem leitos de clínica médica e de pactuarem uma condição de trabalho mais sustentável nos mais amplos aspectos”, afirmou o diretor.

O prazo para resposta é até o próximo dia 26/03 (primeiro lote de respostas) e como prazo final o dia 31/03.

“Todos nós temos a responsabilidade de contribuir no tratamento da doença. Chegou o momento de mostrar ao País a força e a importância do setor filantrópico. Organizem-se”, finaliza Mário César Homsi Bernardes.

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