Saúde Suplementar foi um dos assuntos do XIII Congresso Nacional da AIDA que aconteceu nos dias 21 e 22 de março, em Campo Grande, Mato Grosso. A discussão sobre saúde suplementar abordou os planos de saúde para o futuro, a flexibilização da segmentação no plano de saúde, a precificação pelo perfil em plano de saúde e viabilidade dos planos personalizados.

Participaram do painel José Cechin, diretor da Fenasáude e ex Ministro de Previdência e Assistência Social; Helton Freitas, o diretor-presidente da Seguros Unimed; e Luiz Henrique Mandetta, Ministro da Saúde.

Os participantes abordaram os custos da saúde. “O país convive com doenças típicas de terceiro mundo essas contagiosas como dengue, malária, doenças típicas de baixo saneamento ao mesmo tempo que está entre os que mais faz transplante de órgãos”, destacou o ministro da Saúde. Ele lembrou ainda que o Brasil optou pelo atendimento universal, o SUS.

Hoje, o avanço tecnológico com o envelhecimento da população e o avanço no tratamento de doenças raras coloca o país diante de problemas para o sustento do setor já que os custos das inovações não reduzem. O ministro disse ainda que a judicialização também é um problema que precisa ser enfrentado. “O SUS é fundamental na vida de 100% da população brasileira.

Fonte: Segs