01 1Na tarde desta quarta-feira (12), a Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB), na pessoa do presidente Edson Rogatti e do diretor geral José Luis Spigolin, se uniu a outros representantes do setor hospitalar nacional com a missão de prestar apoio ao futuro ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. Além da CMB e algumas federações estaduais, participaram da comitiva os dirigentes da Associação Nacional de Hospitais Privados (ANAHP), da Federação Brasileira de Hospitais (FBH) e da Confederação Nacional de Saúde (CNS). O deputado federal Antonio Brito (PSD/BA), apoiador atuante das causas do segmento, conduziu a apresentação de todos ao gestor da Saúde no novo governo. O encontro ocorreu no Gabinete de Transição Governamental, que funciona no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).

Na oportunidade, Rogatti elogiou a forte atuação de Mandetta - ao longo de sua trajetória profissional, como deputado e como presidente da Comissão de Seguridade Social e Família -, em prol de melhorias constantes para a saúde no Brasil. Lembrou momentos importantes em que saiu em defesa do setor filantrópico de saúde, demonstrando entender sua importância na viabilidade do atendimento para a população brasileira. Por fim, desejou uma gestão proativa e focada no usuário final, colocando a CMB à disposição em sua gestão. “A gente sabe que não tem dinheiro para fazer tudo o que precisa, mas temos que pensar no usuário, que é atendido lá na ponta. Nele que temos que pensar, para prestar um serviço de qualidade”, salientou.

Após breve explanação de cada um dos representantes presentes, o novo ministro agradeceu o apoio concedido e ressaltou a necessidade de uma restruturação do SUS. “Já passou da hora. Já amadurecemos após 30 anos de Sistema Único Saúde. Os primeiros dez foram basicamente ambulatório. Precisamos melhorar!”, disse. Alegou que sua prioridade se dará no todo, em âmbito geral e não pontual. “Não há sequer um ponto na saúde que podemos dizer que está ok. Temos problemas estruturantes a resolver e uma dívida social absurda a ser quitada com quem paga uma carga tributária do tamanho que se paga no Brasil. A prioridade é tudo”.

Pelas filantrópicas

Ainda, ao falar das filantrópicas, Mandetta se comprometeu em viabilizar formas de se criar uma diretoria específica no Ministério para tratar exclusivamente do segmento filantrópico. “Não é possível que esse setor, responsável por quase 60% dos atendimentos do SUS, não tenha com quem falar sobre suas particularidades dentro do Ministério”, argumentou.

01_1.jpg 01_2.jpg 01_3.jpg

01_4.jpeg

 

Faça login em sua conta